sexta-feira, 4 de outubro de 2013

Situação de Aprendizagem


Situação de Aprendizagem – Oficina II

Título: Os cinco sentidos e a 3ª idade
Série: 9º ano

Bimestre: 
Conteúdo e temas: sistema nervoso, órgãos dos sentidos, envelhecimento

Competências e habilidades: ler e interpretar textos; buscar informações em um texto; relacionar as informações representadas na forma escrita com situações do cotidiano; responder perguntas de forma objetiva; emitir opiniões quando for solicitada, argumentando-as.

Objetivos: o aluno deve relacionar as informações do texto e seus conhecimentos prévios para construir uma argumentação consistente sobre a recepção de estímulos pelos órgãos dos sentidos na terceira idade.

O aluno deve refletir sobre sua responsabilidade em relação à saúde individual e coletiva, visando a uma melhoria da qualidade de vida na terceira idade por meio da  adoção de práticas saudáveis.

Justificativa:
Através dos cinco sentidos o ser humano conhece o mundo que o cerca. O processo de envelhecimento traz mudanças para os nossos sentidos e consequentemente influencia a nossa qualidade de vida. A situação de aprendizagem, aqui exposta, permite ao aluno buscar informações, estabelecer relações, manifestar opiniões, identificar soluções em relação ao tema  estudado.

Estratégias e procedimentos:

Sondagem

Questionamento sobre o título do texto da seguinte forma:

- Com este titulo sobre o que o texto tratará?

- O que vocês acham que acontece com os sentidos durante o envelhecimento?

- Por que vocês acham que isso acontece? Como vocês percebem esse acontecimento?

Problematização

- Quais são os motivos da perda da qualidade de vida na 3º idade?

Contextualização

- Cuidados para melhorar a qualidade de vida na senescência.... Texto pag. 45 Caderno do Aluno.

- Novos questionamentos: Só ocorre a perda de qualidade de vida com o envelhecimento

- Trabalhar glossário com uso do dicionário para leitura do texto;

- Exibição do vídeo “Os 5 sentidos” – Drauzio Varella

- Propor uma entrevista com idosos sobre o assunto.

Busca de Dados de forma diversificada

- Trabalhar glossário com uso do dicionário para leitura do texto;

- Exibição do vídeo “Os 5 sentidos” – Drauzio Varella

Aprendizagem significativa e evolução conceitual

- Montagem de um mapa conceitual do assunto com debate e conclusões do vídeo e texto.

Sistematização do conhecimento

- Lição de casa pag. 46 caderno do aluno:

- Que outro título você daria ao texto que acabou de ler?

- Explique por que os idosos podem apresentar problemas nutricionais.

- Por que o uso de drogas está associada à perda da qualidade de vida na terceira idade?

Aplicação do conhecimento em situações novas

- Aprendendo a Aprender

“O que se pode fazer, na própria casa ou na comunidade, para melhorar a qualidade de vida de quem envelheceu

Avaliação

- Debates;

- Atividades de interpretação;

- Elaboração de um texto explicativo.
            As avaliações devem ocorrer durante o desenvolvimento das atividades propostas, contemplando a exposição oral e escrita do tema tratado.

Recuperação:

- Retomada dos assuntos através de aula expositiva dialogada e montagem de um mapa conceitual.

- O professor deverá utilizar a observação diária multidimensional com instrumentos variados como: debate, interpretação e elaboração do texto

quinta-feira, 3 de outubro de 2013

O IDOSO NO BRASIL

                                    ALGUNS DADOS ESTATÍSTICOS NO BRASIL .

   A participação de idosos na população brasileira aumentou significativamente entre 1999 e 2009, movimento contrário ao que ocorreu com a população de até 19 anos, segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). O número de idosos (pessoas com mais de 60 anos de idade) passou de 14,8 milhões, em 1999, para 21,7 milhões, em 2009. O dado, divulgado nesta sexta-feira (17), faz parte da Síntese de Indicadores Sociais 2010 e retrata a tendência de envelhecimento da população brasileira.
   Entre os mais velhos, o incremento é ainda maior. Em 1999, o Brasil registrava 6,4 milhões de pessoas com mais de 70 anos (3,9% da população total), enquanto, em 2009, a população dessa faixa etária atingiu um efetivo de 9,7 milhões de idosos, correspondendo a 5,1% dos brasileiros. Esse número é maior se consideradas também as pessoas de 60 anos ou mais, que eram mais de 21,7 milhões em 2009, o equivalente a mais de 11% da população.
   A queda na proporção de jovens também contribui para o envelhecimento da população brasileira. Enquanto, em 1999, a proporção de pessoas com até 19 anos na população total era de 40,1%, em 2009 esta participação diminuiu para 32,8%.
   Segundo o IBGE, a redução da população de crianças e jovens e o consequente aumento da população adulta e idosa estão associados à queda continuada dos níveis de fecundidade e ao aumento da esperança de vida.
  Vale ressaltar, no entanto, que, embora a população brasileira esteja envelhecendo, com redução, em termos relativos, dos segmentos etários mais jovens, o Brasil ainda deve ser considerado um país essencialmente jovem. Em 2009, o país tinha um total de quase 80 milhões de crianças, adolescentes e jovens até 24 anos (cerca de 42% do total da população).
   Em 2009, a taxa de fecundidade feminina - número total de filhos que uma mulher teria ao final de seu período fértil - foi de 1,94. Embora este número seja superior ao de 2008 (1,89), a observação da série histórica confirma a tendência declinante, segundo o IBGE. Em 1980, a taxa de fecundidade da mulher brasileira girava em torno de 4 filhos por mulher.
   Os níveis mais baixos da taxa de fecundidade se encontram nos estados da Região Sudeste, sobretudo no Rio de Janeiro e Minas Gerais, com 1,63 e 1,67 filho por mulher, respectivamente. Com relação a cor ou raça, segundo o IBGE, a taxa de fecundidade das mulheres brancas (1,63 filhos) era menor do que a das pretas ou pardas (2,20).
   De acordo com o instituto, a escolaridade é determinante para a fecundidade feminina. Entre as mulheres menos instruídas da Região Norte, a taxa de fecundidade era de 3,61, em 2009 2,01 filhos a mais do que entre as mulheres que têm mais escolaridade no Sudeste (1,60).
Em todo o Brasil , as mulheres com até sete anos de estudo chegam a ter, em média, 3,19 filhos, quase o dobro do que as mulheres que têm oito anos ou mais de estudo (1,68).
A idade média com que as mulheres têm filhos também se diferenciava pela instrução. Entre aquelas com menos de sete anos de estudo, a média era de 25,2 anos. Entre as que tinham oito anos ou mais de escolaridade, a idade média era 27,8.
   A esperança média de vida ao nascer no Brasil era, em 2009, de 73,1 anos de idade. A vida média ao nascer, de 1999 para 2009, obteve um incremento de 3,1 anos, com as mulheres em situação mais favorável que a dos homens (73,9 para 77 anos, no caso das mulheres, e 66,3 para 69,4 anos, para os homens).
   As maiores esperanças de vida foram observadas, em 2009, no Distrito Federal e em Santa Catarina, com 75,8 anos de idade. A menor, de acordo com o IBGE, foi registrada em Alagoas, onde a esperança de vida ao nascer era de 67,6 anos de idade.
Já entre as regiões, a maior esperança de vida ao nascer foi registrada no Sul (75,2) e a menor, no Nordeste (70,4).
   A participação de idosos na população brasileira aumentou significativamente entre 1999 e 2009, movimento contrário ao que ocorreu com a população de até 19 anos, segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). O número de idosos (pessoas com mais de 60 anos de idade) passou de 14,8 milhões, em 1999, para 21,7 milhões, em 2009. O dado, divulgado nesta sexta-feira (17), faz parte da Síntese de Indicadores Sociais 2010 e retrata a tendência de envelhecimento da população brasileira.
   Entre os mais velhos, o incremento é ainda maior. Em 1999, o Brasil registrava 6,4 milhões de pessoas com mais de 70 anos (3,9% da população total), enquanto, em 2009, a população dessa faixa etária atingiu um efetivo de 9,7 milhões de idosos, correspondendo a 5,1% dos brasileiros. Esse número é maior se consideradas também as pessoas de 60 anos ou mais, que eram mais de 21,7 milhões em 2009, o equivalente a mais de 11% da população.
   A queda na proporção de jovens também contribui para o envelhecimento da população brasileira. Enquanto, em 1999, a proporção de pessoas com até 19 anos na população total era de 40,1%, em 2009 esta participação diminuiu para 32,8%.
   Segundo o IBGE, a redução da população de crianças e jovens e o consequente aumento da população adulta e idosa estão associados à queda continuada dos níveis de fecundidade e ao aumento da esperança de vida.
   Vale ressaltar, no entanto, que, embora a população brasileira esteja envelhecendo, com redução, em termos relativos, dos segmentos etários mais jovens, o Brasil ainda deve ser considerado um país essencialmente jovem. Em 2009, o país tinha um total de quase 80 milhões de crianças, adolescentes e jovens até 24 anos (cerca de 42% do total da população).
  Em 2009, a taxa de fecundidade feminina - número total de filhos que uma mulher teria ao final de seu período fértil - foi de 1,94. Embora este número seja superior ao de 2008 (1,89), a observação da série histórica confirma a tendência declinante, segundo o IBGE. Em 1980, a taxa de fecundidade da mulher brasileira girava em torno de 4 filhos por mulher.
   Os níveis mais baixos da taxa de fecundidade se encontram nos estados da Região Sudeste, sobretudo no Rio de Janeiro e Minas Gerais, com 1,63 e 1,67 filho por mulher, respectivamente. Com relação a cor ou raça, segundo o IBGE, a taxa de fecundidade das mulheres brancas (1,63 filhos) era menor do que a das pretas ou pardas (2,20).
   De acordo com o instituto, a escolaridade é determinante para a fecundidade feminina. Entre as mulheres menos instruídas da Região Norte, a taxa de fecundidade era de 3,61, em 2009 2,01 filhos a mais do que entre as mulheres que têm mais escolaridade no Sudeste (1,60).
Em todo o Brasil , as mulheres com até sete anos de estudo chegam a ter, em média, 3,19 filhos, quase o dobro do que as mulheres que têm oito anos ou mais de estudo (1,68).
   A idade média com que as mulheres têm filhos também se diferenciava pela instrução. Entre aquelas com menos de sete anos de estudo, a média era de 25,2 anos. Entre as que tinham oito anos ou mais de escolaridade, a idade média era 27,8.
   A esperança média de vida ao nascer no Brasil era, em 2009, de 73,1 anos de idade. A vida média ao nascer, de 1999 para 2009, obteve um incremento de 3,1 anos, com as mulheres em situação mais favorável que a dos homens (73,9 para 77 anos, no caso das mulheres, e 66,3 para 69,4 anos, para os homens).
   As maiores esperanças de vida foram observadas, em 2009, no Distrito Federal e em Santa Catarina, com 75,8 anos de idade. A menor, de acordo com o IBGE, foi registrada em Alagoas, onde a esperança de vida ao nascer era de 67,6 anos de idade.
Já entre as regiões, a maior esperança de vida ao nascer foi registrada no Sul (75,2) e a menor, no Nordeste (70,4).
                 (Extraído de :45graus.com.br Setembro 17,2010)