Hoje é DIA DO IDOSO VEJA MAIS.......
segunda-feira, 30 de setembro de 2013
CONTANDO UMA HISTÓRIA
"PEQUENA HISTÓRIA DUM IDOSO" por Rivaldo Roberto Ribeiro
Segunda-feira, o tempo está nublado e cinzento, parecia que não ia chover muito, mas caia uma garoa fria e intermitente. Depois de cumprir na vida com suas obrigações, caminhante deste mundo a tempos, Berto está sentado num banco daquele café, observando todos que passavam, via neles seu passado de sonhos, via neles uma indiferença egoísta cada um com a cobiça de alcançar fortunas e sucesso, que com certeza não chegarão a todos. Melancólico, só restava a saudade das crianças e da sua juventude...
Mas Berto sempre foi um homem que questionava a vida e seu sentido, assim resolve que seria um velho alegre e feliz. Tinha sabedoria, sabia contar muitas estórias para os netos, iria realizar algumas travessuras, pois a idade lhe permitia isso. Pegou o guarda-chuva e foi caminhando com cuidado lembrando das recomendações de sua esposa, "se quebrar algum osso, meu velho nessa idade é difícil de se ajeitar", pois a rua parecia lisa. Era a primeira Segunda - feira que não tinha para aonde ir... Voltou para casa.
A sua mão traduzia uma vida dura e honesta, com calos e cicatrizes, que atestavam os seus esforços na tentativa duma vida melhor a si e aos seus, hoje um sobrevivente herói na construção dum país que às vezes não o reconhece, ficar doente? O SUS assusta...
Sua mão deformada com nós nos dedos pelo esforço é comovente (...), quando ele com um gesto lento passou sobre a boca o polegar curvo, que tantas vezes usou como alicate, anos de arrebatamento e trabalho, do cansaço e por fim a sonolência da tarde.
Agora não se pode exigir do seu corpo a juventude, a sua coluna já curva e pouco móvel não sustenta o seu peso como antes. Seus olhos perdem o brilho e exige o auxílio das lentes. O ouvido perde a sua sensibilidade e a saliva diminui comprometendo a digestão. A musculatura enfraquece e diversos outros órgãos funcionam com mais dificuldades. A sua identidade se revela na sua pele mais escura e com as rugas, e seus cabelos brancos denunciam a sua sabedoria e o pecúlio do espírito humano.
Berto sempre fez das suas narrativas aos mais jovens como se estivesse pedindo perdão pela sua velhice. Contava sempre que ajudou a construir o hospital da cidade, o clube, a igreja, aquela ponte, a escola etc. Desconfiado da falta de crédito, afirmava que tinha fotografias, evitando assim a descrença ou o sarcasmo dos ouvintes.
Numa dessas reuniões familiares, Berto ouve da sala da frente que é bem pequena, sua esposa Dona Vitória, com sua voz doce e conciliadora sendo entrevistada pelos seus netos. Curiosos como todas as crianças, queriam saber sobre tudo. Dona Vitória com seu jeito envolvente, sua paciência, seu carinho maternal de vó, respondia a todas as perguntas que eram disparadas sem parar. No meio daquela balbúrdia, aproveitava a oportunidade para ressaltar seus exemplos quando menina: de obediência, seus valores morais e religiosos, o respeito que foi dispensado as seus pais e mestres, e principalmente aos mais velhos. Qualidades que hoje lhe rende um carinho especial da sociedade local.
Berto, com a vista turva descobria que o tédio das horas constantes terminara, e o sentido do resto da sua vida estava ali na sua frente..., Tinha uma família maravilhosa..., afastou-se com os passos lentos e macios, e começou a planejar a sua primeira travessura, iria encher algumas bexigas coloridas, comprar um saco de balas, convocar os netos e bagunçar a casa, e com isso já matutava alguma desculpa a um possível protesto de Dona Vitória...
CITAÇÃO
"Constata-se que uma sociedade marcada pelo envelhecimento da população não consegue lidar com os seus velhos. O que está em causa (...) é o respeito e a solidariedade que deveria existir entre seres humanos. A vida não se fez para viver a 20 quilómetros/hora mas é um exagero quando se tenta vivê-la a 200 à hora ou mesmo mais, em grande estilo de rolo compressor onde os cultos da juventude e do esbelto ditam leis"(REIS,HERMÍNIO, Diário digital)
domingo, 29 de setembro de 2013
Cuidados para melhorar a qualidade de vida na senescência
Apesar da diminuição da capacidade funcional dos cinco sentidos, velhice não é sinônimo de doença, tristeza e inatividade e pode ser uma fase vivida com saúde e alegria. Para isto, é importante compreender e aceitar o processo, pois ele faz parte da vida e todos nós passaremos por ele um dia. O segundo passo para quem quer ter qualidade de vida com 60, 70, 80 ou 90 anos é começar a se cuidar agora! Vejamos primeiro o que ocorrerá com nosso corpo na velhice e os sentidos, com ficarão?
O olfato e o paladar
A redução do olfato na fase da velhice é pouco estudada, mas atualmente sabe-se que a diminuição da percepção dos cheiros inicia-se na meia-idade e progride ao longo da senescência, podendo interferir na qualidade de vida do idoso. Já as papilas gustativas da boca, responsáveis pelo paladar, diminuem cerca de 60%.
O paladar e o olfato reduzidos na senescência podem ocasionar problemas nutricionais, pois a falta de percepção do sabor e aroma dos alimentos reduz o interesse pela alimentação, causando a desnutrição ou, ao contrário, pode levar o idoso a adicionar mais sal, açúcar e gordura para intensificar o sabor dos alimentos, o que pode aumentar a incidência de doenças comuns desta faixa etária, tais como hipertensão, diabetes e doenças cardíacas.
O tato
O tato também é reduzido gradualmente durante o envelhecimento. A perda da capacidade de perceber a textura, a temperatura e a consistência dos materiais ocasiona dificuldades na realização de atividades motoras finas, tais como contar dinheiro, costurar, escrever, virar páginas de livros e revistas.
A visão
Ao longo do envelhecimento, a visão pode ser efetuada de diferentes formas, tais como: diminuição da percepção de cores e do campo visual, dificuldade de enxergar com baixa luminosidade, de perto e/ou de longe. Além disso, a visão pode ser afetada por doenças comuns entre os idosos, como a catarata e o glaucoma. A perda da capacidade visual interfere muito na qualidade de vida dos idosos, pois é o sentido que mais utilizamos para receber informações do ambiente e interagir com as coisas e pessoas que nos cercam. Isto sem falar no aumento de acidentes que podem ser ocasionados pela diminuição da visão, como, por exemplo, tropeços e atropelamentos.
A audição
A redução da audição pode ocorrer por alterações em qualquer uma das etapas do trajeto entre a captação do som no ouvido até a sua interpretação pelo cérebro. Essas alterações ocorrem progressivamente ao longo do processo de envelhecimento e podem atingir 70% dos indivíduos com mais de 75 anos. A perda da capacidade auditiva também diminui a qualidade de vida dos idosos, pois dificulta o diálogo com outras pessoas.
VAMOS RETARDAR O ENVELHECIMENTO
Hábitos como a prática de atividades físicas, alimentação equilibrada, sono adequado e hidratação constante do corpo e da pele são fundamentais para evitar maiores perdas dos sentidos. Além disso, os médicos lembram a costumeira recomendação contra o consumo de drogas, que podem acelerar a degeneração da capacidade sensitiva.
No caso da audição, é possível prevenir maiores danos evitando exposição excessiva a ruídos. Já no caso da visão, ainda não é possível retardar a chegada de problemas como catarata, mas o uso de óculos escuros com proteção ultravioleta diminui o risco de cegueira, doença que atinge de 6% a 10% da população com mais de 80 anos.
Não perca tempo! Afinal, cuidados como a alimentação, sono e hidratação, a prática de atividades físicas regularmente e o abandono do uso de cigarro, álcool ou outras drogas melhoram o dia de hoje... e o de amanhã também!
Situação de Aprendizagem
3º Idade e os 5 sentidos
- 1.CONTEÚDO: Orgãos dos Sentidos e a Velhice
- 2. JUSTIFICATIVA: Este plano de aula tem a finalidade de proporcionar a aprendizagem de uma forma interessante e criativa para os educandos, sendo este um plano de aula que contará com a participação e interação do público alvo a ser aplicado.Visando sempre em um ensino de ciências naturais que a criança consiga entender e vivenciar o mundo, pois este deve ser vivenciado por ela.Para que só assim tenha um significado a atribuir as aprendizagens conhecidas e descobertas dentro de uma sala de aula ou em qualquer outro espaço educacional.
- 3. OBJETIVO: Proporcionar aos educandos uma aprendizagem significativa por meio de propostas pedagógicas interativas, para que assim consigam desenvolver seus aspectos cognitivos junto as trocas de experiências realizadas com grupo.
- 4. OBJETIVOSESPECÍFICOS: Identificar os 5 sentidos existente no nosso corpo;Trocar informações e experiências com o grande grupo por meio de atividades pedagógicas;Identificar as principais causas que provocam os danos nos sentidos humanos e saber que os efeitos na velhice são decorrentes de ações durante toda a vida
- 5.METODOLOGIA
Este plano de aula terá a intenção de ampliar os conhecimentos dos educando a respeito da Velhice e os efeitos dela sobre os 5 sentidos Humanos. Pensando nisso começaremos nossa aula de uma maneira diferente, opôs a chegada na escola deixaremos nossas coisa em sala, e nos encaminharemos para o pátio da escola.
Sentaremos todos em roda e faremos uma roda calma para relaxarmos, já que a hora da entrada é um momento de euforia da criança, e logo em seguida daremos inicio a nossa atividade .
Após explicar o porque começaram a aula no pátio, a educadora conversará com as educandos a respeito do espaço onde encontram-se, pedirá para que os alunos observem este espaço por algum tempo.
· Depois de observarem a educadora começa a perguntar o que tem naquele espaço que chamou atenção deles, podem surgir algumas perguntas como:
- Quais são os órgãos dos sentidos?
- Será que ao escutar uma música com foninho de ouvido , minha audição será prejudicada? Quando?
- Será que durante meu envelhecimento, vou enxergar como hoje?
- Qual sinônimo de envelhecimento ?
- Qual a diferença de um jovem como você e um idoso?
- Como será que chegaremos na velhice?
Ao fim de todo este diálogo a professora explicará para os alunos que a chegada na velhice, dependerá de suas atitudes e ações, durante toda sua vida
· Em seguida todos os aluno divididos em grupo deverão analisar 2 foto de idosos. Uma o idoso andando com bengala, sem enxergar, arqueado e com um tubo saindo do ouvido para escutar. Em outra foto ele depara com um idoso correndo numa maratona, com bom aspecto físico e mental
Por fim a educadora dividira a turma em 3 grupos, sendo destinado ao 1° grupo os aspectos negativos da 1º foto, o 2º grupo analisar os aspectos positivos da 2º foto. E o 3º Grupo observar os aspectos gerais das 2 fotos.Estes grupos terão o objetivo de ir ate a biblioteca e pesquisar algo sobre A perspectiva de vida do Brasileiro, nos últimos anos. Pesquisar as maiores causas da perda dos 5 sentidos. E, após pesquisarem devem voltar a sala e procurar nas revistas e jornais que a educadora levara algumas imagens a respeito do assunto de cada um.
Por fim a educadora dividira a turma em 3 grupos, sendo destinado ao 1° grupo os aspectos negativos da 1º foto, o 2º grupo analisar os aspectos positivos da 2º foto. E o 3º Grupo observar os aspectos gerais das 2 fotos.Estes grupos terão o objetivo de ir ate a biblioteca e pesquisar algo sobre A perspectiva de vida do Brasileiro, nos últimos anos. Pesquisar as maiores causas da perda dos 5 sentidos. E, após pesquisarem devem voltar a sala e procurar nas revistas e jornais que a educadora levara algumas imagens a respeito do assunto de cada um.
· Na sala já terá um cartaz parecido com este da imagem
· Os alunos junto de seu grupo deveram completar este cartaz com suas figuras, escrevendo algo sobre o que descobriram na biblioteca a respeito de cada item dividido. Para finalizar a educadora pedira para cada grupo na sua vez, socializar suas descobertas com o grande grupo.
· 6.AVALIAÇÃO
Os instrumentos utilizados pela educadora serão três, sendo o primeiro a observação direta dos alunos , percebendo sempre como eles estão relacionando as informações novas, como esta sendo este processo de ensino aprendizagem para cada educando.
Já o segundo instrumento contará com a participação dos alunos, pois todos deverão falar o que acharam da aula, se gostaram ou não do que foi realizado e escrever uma Redação no gênero narrativa, sobre o aprendizado.
Este momento será executado após a apresentação de cada grupo, onde um aluno de cada vez deverá expor suas opiniões. A terceira será a utilização do testo inicial para a observação e a comparação das análises preliminares.
Os instrumentos utilizados pela educadora serão três, sendo o primeiro a observação direta dos alunos , percebendo sempre como eles estão relacionando as informações novas, como esta sendo este processo de ensino aprendizagem para cada educando.
Já o segundo instrumento contará com a participação dos alunos, pois todos deverão falar o que acharam da aula, se gostaram ou não do que foi realizado e escrever uma Redação no gênero narrativa, sobre o aprendizado.
Este momento será executado após a apresentação de cada grupo, onde um aluno de cada vez deverá expor suas opiniões. A terceira será a utilização do testo inicial para a observação e a comparação das análises preliminares.
Terá também avaliações discursivas e de múltipla-escolha sobre o assunto, para observar o aprendizado dos alunos
· 7.RECUPERAÇÃO:
Será contínuo, mediante a necessidade dos educandos.
· 8. RECURSOS E MATERIAIS:
Serão utilizados vídeos- Velhice e os sentidos de Drauzio Varella
Cartazes,revista, jornais, livros e internet para pesquisa
Notebook para apresentação de conclusão de cada grupo em pendrive, com datashow.
sábado, 28 de setembro de 2013
Mudemos a frase, "Felizes aqueles que aprendem para ensinar, e mediem de maneira renovada aquilo que aprendeu". Acredito que esta frase representa a idéia de curso MGME para mim, embora a frase de Cora Coralina na atual proposta de ensino, deveria ser alterada no ponto de vista da transferência de conhecimento, pois hoje, devemos levar o educando a adquiri-lo. Ser mediador de seu conhecimento
terça-feira, 24 de setembro de 2013
Ler e Escrever
Sou professora de ciências e matemática.
Vou falar um pouquinho sobre a leitura na minha vida.
Sempre gostei de ler, onde tive ótimos professores que me incentivaram a leitura.
Na escola tinha que ler os livros da série vaga-lume, depois contar a estória, mesmo assim, gostava de ler esses livros, pois a leitura nos leva a imaginação, viajamos a lugares que nunca estivemos antes.
Hoje continuo lendo jornais, revistas, livros, leitura voltada para o meu trabalho. Quando estou de férias procuro ler outros livros, como por exemplo romance, aventura entre outros.
Como professora procuro incentivar meus alunos a ler, pois sempre digo a eles, através da leitura nós podemos nos comunicar melhor e melhorar nossa escrita.
A leitura está presente em tudo, nos gráficos, tabelas, charge, precisamos ler e interpretar para resolver. Por isso a importância da leitura em nossa vida.
Vou falar um pouquinho sobre a leitura na minha vida.
Sempre gostei de ler, onde tive ótimos professores que me incentivaram a leitura.
Na escola tinha que ler os livros da série vaga-lume, depois contar a estória, mesmo assim, gostava de ler esses livros, pois a leitura nos leva a imaginação, viajamos a lugares que nunca estivemos antes.
Hoje continuo lendo jornais, revistas, livros, leitura voltada para o meu trabalho. Quando estou de férias procuro ler outros livros, como por exemplo romance, aventura entre outros.
Como professora procuro incentivar meus alunos a ler, pois sempre digo a eles, através da leitura nós podemos nos comunicar melhor e melhorar nossa escrita.
A leitura está presente em tudo, nos gráficos, tabelas, charge, precisamos ler e interpretar para resolver. Por isso a importância da leitura em nossa vida.
quinta-feira, 19 de setembro de 2013
Salva por um livro
Minha história começou com uma prova de Português na Faculdade, mas antes disso.... Senta que lá vem Historia!!!!
Quando criança adorava ler os Contos das |Mil e uma Noites, podia ser a princesa ou simplismente imaginar toda riqueza de Ali-Babá. Quando tinha 11 anos fiquei sócia do CIRCULO DO LIVRO, onde deveria comprar um livro por trimestre, mas o melhor era poder ler o que gostava. Naquela época era obrigatório ler um livro por bimestre para Português , eu odiava, pois era romance, não era meu estilo. Na Faculdade ainda fazia parte do Circulo do Livro e havia comprado uma livro chamado de THE DEEP- O FUNDO DO MAR. Quando acabei de ler, fiquei sabendo que tinha ficado de recuperação anual de Português e precisava tirar 6,5, notona para mim que não era uma Brastemp. Minha surpresa foi saber que no dia da prova a Professora pediu somente uma Redação no estilo Narrativa, onde deveria constar um convite para ela. Foi ai que fiz uso da estória lida no livro e contei a seguinte estória:
De férias nos EUA, resolvi fazer um curso de mergulho e conheci neste curso um rapaz especial que gostava do mesmo esporte que eu buscar navios afundados em busca de tesouros. Foi quando num mergulho encontramos um galeão afundado com vária jóias e drogas. Qunado traficantes ficaram sabendo da quantidade de heroina que ali se encontrava quizeram nos matar. Foi quando eu e meu amigo resolvemos esconder a droga num farol abandonado e explodi-lo. No final convidei a professora para meu casamento nos EUA, com o mergulhador, onde gostaria que ela fosse minha madrinha. Resumindo tirei 10...10...10 na prova. Salva por um livro. Sorte que ela não havia lido-o, senão a história seria outra. Enfim nunca esqueci o valor de uma leitura
Quando criança adorava ler os Contos das |Mil e uma Noites, podia ser a princesa ou simplismente imaginar toda riqueza de Ali-Babá. Quando tinha 11 anos fiquei sócia do CIRCULO DO LIVRO, onde deveria comprar um livro por trimestre, mas o melhor era poder ler o que gostava. Naquela época era obrigatório ler um livro por bimestre para Português , eu odiava, pois era romance, não era meu estilo. Na Faculdade ainda fazia parte do Circulo do Livro e havia comprado uma livro chamado de THE DEEP- O FUNDO DO MAR. Quando acabei de ler, fiquei sabendo que tinha ficado de recuperação anual de Português e precisava tirar 6,5, notona para mim que não era uma Brastemp. Minha surpresa foi saber que no dia da prova a Professora pediu somente uma Redação no estilo Narrativa, onde deveria constar um convite para ela. Foi ai que fiz uso da estória lida no livro e contei a seguinte estória:
De férias nos EUA, resolvi fazer um curso de mergulho e conheci neste curso um rapaz especial que gostava do mesmo esporte que eu buscar navios afundados em busca de tesouros. Foi quando num mergulho encontramos um galeão afundado com vária jóias e drogas. Qunado traficantes ficaram sabendo da quantidade de heroina que ali se encontrava quizeram nos matar. Foi quando eu e meu amigo resolvemos esconder a droga num farol abandonado e explodi-lo. No final convidei a professora para meu casamento nos EUA, com o mergulhador, onde gostaria que ela fosse minha madrinha. Resumindo tirei 10...10...10 na prova. Salva por um livro. Sorte que ela não havia lido-o, senão a história seria outra. Enfim nunca esqueci o valor de uma leitura
quarta-feira, 18 de setembro de 2013
Descobertas e leituras
Sou a mais velha dentre cinco filhos de um casal de
professores. Nos primeiros anos de minha infância morei em casas com grandes
quintais e com várias estantes de livros. Aprendi nos quintais a subir em
mangueiras, goiabeiras, ameixeiras; a rolar na grama com meus irmãos; a observar insetos; a tratar de pássaros,
galinhas,
gansos. Nos livros: a olhar as gravuras e a viajar pela imaginação, inventando e vivendo
muitas aventuras. Também fazia
casinhas para as bonecas com as enciclopédias (antes de saber ler).
Entrei
na escola sem ter feito o jardim da infância e sofri para ter uma boa
coordenação motora e para passar nas primeiras lições da cartilha. Minhas
professoras do primário incentivaram o meu gosto pela leitura. Lia gibis,
assuntos sobre ciências nas enciclopédias, contos de fadas e no 4º ano os livrinhos
de leitura para as provas bimestrais.
Quando tinha dez anos meu pai resolveu comprar um sítio.
Mudamo-nos para lá pouco tempo
depois da compra. Foi uma grande mudança em nossas vidas. No sítio não havia
energia elétrica e a água vinha de um riacho que corria numa mata
fechada. Ficamos sem geladeira, chuveiro, televisão e telefone.
Eu e meus irmãos estudávamos na cidade no período da
manhã. À
tarde brincávamos, fazíamos tarefa e algumas leituras. Dormíamos bem cedo e, se alguém esquecia a
tarefa, tinha que fazê-la sob a
luz de vela.
As férias eram preenchidas com banho de rio, escalada de
montanha, exploração de trilha e muitas leituras. Charles Dickens, Guimarães
Rosa, Júlio Verne, Joaquim Manoel de Macedo, Alexandre Dumas, Victor Hugo, Emily
Brontë, Mário de Andrade, Machado de Assis, José de Alencar, Homero, Mark Twain
e muitos outros acompanharam nossas folgas das aulas. Fizemos até um clube de
leitura e trocávamos nossas impressões sobre a leitura e sobre a biografia do
escritor.
O tempo passou, cursei a faculdade e me casei. Meu marido
também ama ler, e tem como frustração ainda não haver conseguido ler “Ulisses”
de James Joyce, no original. Procuramos passar nosso encantamento pela leitura
para nossos filhos.
Brinco que, quando estiver aposentada, vou poder ler
todos os livros que não li ainda.
UM PENSADOR ENTRE TANTOS
Da preguiça de escrever à querida tia -avó que serviu de inspiração, pode surgir um mundo de variadas criações.
A HISTÓRIA DA MINHA VIDA...
Tudo tem começo, meio e fim. O começo parece chegar nos primeiros dias de escola,o meio fazemos parte dele, já o fim depende de quem o escreve.Quem conta suas histórias mostra aos outros oque se tem de melhor. Ninguém usa a linguagem apenas como forma de provar sua racionalidade, mas a usa para mostrar também a si próprio que somos sempre capazes de aprender mais com tudo e todos que nos cercam.Histórias como as lidas por mim na infância me tornaram uma pessoa melhor e hoje sei que a idade e as novas dificuldades não são tropeços dispensáveis e sim necessários.
" Eu estou aprendendo a ser feliz.Tem que se educar.Que nem você aprender a ler,a escrever, tem que aprender a ser feliz.Eu só vou parar no dia que morrer".(Cazuza)
DOS CATÁLOGOS À SALA DE AULA
"Quando criança meus primeiros contatos com a leitura foram através de catálogos como: avon, christian grey...("completo estado de nostalgia") que minha mãe usava para vender seus produtos e contribuir com os recursos da casa já que ela não terminou o ensino médio para se casar ( hábito comum até hoje ). Entrei para escola com 6 anos e já sabia ler muito bem. Segui meu primário devorando tudo que me aparecia à frente.Como dito por Ziraldo:"Ler é melhor que estudar".Até hoje faço votos certos de que tudo que li me serviu de aprendizagem, dos catálogos aos gibis( fantasma, tex willer, super heróis...), que meu pai adorava ler mesmo só tendo tido estudado parte do ensino primário da época. Meu filho tornou-se assíduo colecionador de gibis clássicos. Rubem Alves, sábio escritor já afirma:"toda experiência literária é um ritual antropofágico".Quando lemos comemos e bebemos dos pensamentos de alguém .Isso nos faz ser mais do que meros expectadores do outro.Passamos a fazer parte de outros e o outro a fazer parte de nós. A leitura propicia tudo isso e muito mais, permite-nos vôos panorâmicos sem nunca termos deixado de tocar o chão, permite-nos sermos ricos, felizes, apaixonantes e sempre tudo que se pode dentro de um universo de imaginações.
domingo, 15 de setembro de 2013
Apresentação
A ação de formação continuada "Melhor
Gestão, Melhor Ensino" (MGME) é parte integrante do Programa “Educação –
Compromisso de São Paulo” e foi desenvolvida pela Secretaria da Educação do Estado
de São Paulo, com a finalidade de aperfeiçoar a prática dos gestores e dos
professores como mais uma das vertentes voltadas à melhoria da educação do
Estado de São Paulo.
O
curso é destinado aos professores PEB II dos anos finais do Ensino Fundamental
de Ciências, Língua Portuguesa e Matemática e tem como objetivo ampliar a
formação dos mesmos para que possam participar de forma mais efetiva das
práticas atuais que envolvem a leitura e a escrita em diversos contextos,
situações, suportes e mídias, uma das exigências para uma participação mais
efetiva, letrada e cidadã na sociedade.
Uma
das atividades previstas para o curso é a produção de blogs. No contexto da
escola, a criação de blogs de grupo pode permitir uma maior
participação, interatividade e colaboração entre os agentes escolares,
particularmente professores e alunos.
Convidamos
todos os participantes do processo educacional a conhecerem este projeto virtual de escrita coletiva a
distância.
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